O Mandarim

O Mandarim O Mandarim de E a de Queir s foi publicado em e conta a hist ria de Teodoro que embora n o lhe falte nada tem uma vida sempre sem dinheiro Um dia descobre num livro a Lenda do Mandarim que co

  • Title: O Mandarim
  • Author: Eça de Queirós
  • ISBN: 9789895547494
  • Page: 411
  • Format: Paperback
  • O Mandarim de E a de Queir s foi publicado em 1880 e conta a hist ria de Teodoro, que embora n o lhe falte nada, tem uma vida sempre sem dinheiro Um dia, descobre num livro a Lenda do Mandarim, que consistia em tocar a campainha em uma certa hora de forma que um mandarim morresse, deixando toda a riqueza para quem tocasse a campainha O Diabo instiga Teodoro a toc la e,O Mandarim de E a de Queir s foi publicado em 1880 e conta a hist ria de Teodoro, que embora n o lhe falte nada, tem uma vida sempre sem dinheiro Um dia, descobre num livro a Lenda do Mandarim, que consistia em tocar a campainha em uma certa hora de forma que um mandarim morresse, deixando toda a riqueza para quem tocasse a campainha O Diabo instiga Teodoro a toc la e, de uma hora para a outra, tudo come a a mudar Inicia se uma vida de luxo e riquezas para Teodoro Por m, o sentimento de culpa assalta o, principalmente quando come a a ter vis es sobre o falecido mandarim e sobre sua fam lia que agora passa dificuldades.Um ser misterioso, que obviamente o Diabo, prop e a Teodoro um dilema terr vel tocar uma campainha m gica e matar, dist ncia e de imediato, o riqu ssimo Mandarim Ti Chin Fu, que vivia nos confins da China Este simples gesto faria dele o herdeiro e senhor de uma imensa fortuna Teodoro cede tenta o e torna se um nababo Mas o crime, mesmo executado telepaticamente, n o compensaPublicada no Di rio de Portugal em 1880, esta hist ria foi nesse mesmo ano editada em livro Conta a viagem de Teodoro at ao Oriente De uma simples vida, este funcion rio p blico passou a ambicionar tornar se milion rio e para que isso acontecesse ouviu o diabo.

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      411 Eça de Queirós
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      Posted by:Eça de Queirós
      Published :2019-05-12T00:33:59+00:00

    About "Eça de Queirós"

    1. Eça de Queirós

      Jos Mar a E a de Queir s was a novelist committed to social reform who introduced Naturalism and Realism to Portugal He is often considered to be the greatest Portuguese novelist, certainly the leading 19th century Portuguese novelist whose fame was international The son of a prominent magistrate, E a de Queiroz spent his early years with relatives and was sent to boarding school at the age of five After receiving his degree in law in 1866 from the University of Coimbra, where he read widely French, he settled in Lisbon There his father, who had since married E a de Queiroz mother, made up for past neglect by helping the young man make a start in the legal profession E a de Queiroz real interest lay in literature, however, and soon his short stories ironic, fantastic, macabre, and often gratuitously shocking and essays on a wide variety of subjects began to appear in the Gazeta de Portugal By 1871 he had become closely associated with a group of rebellious Portuguese intellectuals committed to social and artistic reform and known as the Generation of 70 E a de Queiroz gave one of a series of lectures sponsored by the group in which he denounced contemporary Portuguese literature as unoriginal and hypocritical He served as consul, first in Havana 1872 74 , then in England, UK in Newcastle upon Tyne 1874 79 and in Bristol 1879 88 During this time he wrote the novels for which he is best remembered, attempting to bring about social reform in Portugal through literature by exposing what he held to be the evils and the absurdities of the traditional order His first novel, O crime do Padre Amaro 1875 The Sin of Father Amaro , 1962 , describes the destructive effects of celibacy on a priest of weak character and the dangers of fanaticism in a provincial Portuguese town A biting satire on the romantic ideal of passion and its tragic consequences appears in his next novel, O Primo Bas lio 1878 Cousin Bazilio , 1953 Caustic satire characterizes the novel that is generally considered E a de Queiroz masterpiece, Os Maias 1888 The Maias , 1965 , a detailed depiction of upper middle class and aristocratic Portuguese society His last novels are sentimental, unlike his earlier work A Cidade e as Serras 1901 The City and the Mountains , 1955 extols the beauty of the Portuguese countryside and the joys of rural life E a de Queiroz was appointed consul in Paris in 1888, where he served until his death Of his posthumously published works, Contos 1902 is a collection of short stories, and ltimas P ginas 1912 includes saints legends Translations of his works persisted into the second half of the 20th century.Source name nm0211055 bio

    440 thoughts on “O Mandarim”

    1. O Mandarim, foi escrito na fase pós realista do autor, quando Eça se propõe escrever ”um conto fantasista e fantástico”. Um conto com um desencantado protagonista, um convincente Diabo, um obstinado fantasma, e façanhas aparatosas a abrilhantar uma história de ambição e remorso. O livro é pequeno, mas Eça fez desta historieta um espantoso exemplo de boa escrita, graças ao seu vocabulário absurdamente amplo, que ostenta em admiráveis rasgos de ironia e conhecimento.


    2. "Céu e Inferno são concepções sociais para uso da plebe - e eu pertenço à classe média. Rezo, é verdade, a Nossa Senhora das Dores: porque, assim como pedi o favor do senhor doutor para passar no meu acto; assim como, para obter os meus vinte mil réis, implorei a benevolência do senhor deputado; igualmente para me subtrair à tísica, à angina, à navalha de ponta, à febre que vem da sarjeta, à casca da laranja escorregadia onde se quebra a perna, a outros males públicos, necessito [...]


    3. Mais um livro fantástico de Eça de Queirós. Apenas não é tão descritivo como os outros. É uma pequena obra que nos leva a viajar para o Oriente, mais propriamente a China.


    4. Uma pequena pérola do nosso querido Eça! “O Mandarim” conta-nos a história de Teodoro, empregado numa repartição pública que deseja ter uma vida mais excitante que aquela que o seu mísero salário proporciona. Um dia, num livro antigo, descobre que é possível ficar com a fortuna de um rico mandarim com um simples toque de campainha que mata o pobre chinês! Ao encontrar uma sineta, Teodoro ousa fazer a experiência e fica rico mas, a imagem do morto começa a persegui-lo e, para ali [...]


    5. Este é um livro sobre o consumismo, um tema intemporal. Para mim, a questão levantada é: quanto dinheiro vale uma vida humana? Fará o leitor refletir acerca do que faria na situação apresentada caso esta fosse real, sendo que eu em particular não reagiria da mesma forma que Teodoro. É um livro pequeno e direto que se lê facilmente. Não tem a quantidade de descrição que tanta gente desgosta n'Os Maias, desenvolvendo-se a ação mais rapidamente.Recomendo a quem goste de livros que fa [...]


    6. 4,5Mas que dizer? Adorei a história, tudo! É Eça e eu tinha imensas saudades de ler algo do autor! Ah, como fiquei consolada de ler esta pequena história.


    7. excelente!um conto sobre o poder do dinheiro e de como se pode ou não ser feliz sendo muito rico ou tentar trazer essa felicidade a outros. uma lição de moral


    8. Ik was, toen ik dit boek kocht vooral benieuwd naar de veelgeprezen schrijfstijl van Eça (de grote Portugese realist) en minder naar weer een nieuwe Faust-vertelling. Maar "De Mandarijn" verbaasde me gigantisch. De hoofdpersoon Teodoro krijgt van een mysterieuze, zwartgeklede man (wow wow wow, wie zou dat zijn?) een aanbod om een belletje te luiden en daarmee een oude Chinese man te doden, maar daarmee diens gigantische fortuin te erven. Bij Faust-adaptaties zou je verwachten dat dit zijn ziel [...]


    9. Devo começar por confessar que até agora não tinha lido este texto clássico da literatura portuguesa. Vergonhoso, bem sei, e culpo o desleixo na obrigatoriedade que tive de ler os grandes autores no liceu que me deixou traumatizado. Mesmo quando anos mais tarde os redescubro, sinto sempre aquele peso do ler por imposição e não por curiosidade e descoberta. Ridículo, eu sei, mas prefiro gastar dinheiro em livros do que em sessões de psicoterapia para resolver este trauma. Desafiado pela [...]


    10. Li O Mandarim pela primeira vez quando tinha por volta de 13 anos como leitura obrigatória. ODIEI. Odiei tanto e provavelmente achei que nunca o iria reler - pelo menos por vontade própria. Tudo mudou quando em 2015 me apaixonei inegavelmente pela literatura do século XIX. Desde então, senti vontade de voltar a ler Eça de Queirós e como O Mandarim é o único livro do autor que tenho nas estantes decidi dar-lhe uma nova oportunidade. E como a classificação mostra, não me arrependi.O Man [...]


    11. Hay motivos en esta historia, que no vienen a cuento, por lo que me ha gustado mucho este relato. ¿Serías capaz de matar a una persona, incruentamente y a distancia, para recibir una herencia millonaria? ¿Seguro?Quizás, puede ser, tal vez La respuesta solo la conoces tú.


    12. "O Mandarim", de Eça de Queirós. Um conto com a mestria de escrita a que estamos habituados por parte de Eça de Queirós.Um homem recebe a visita do Diabo que lhe propõe um acordo: matar um mandarim chinês ao tocar numa campainha e receber toda a sua fortuna.Este problema moral era conhecido no século XIX como o "paradoxo do mandarim". Formulado em 1802 por Chateaubriand, consistia numa pergunta: "se pudesse, com um simples desejo, matar um homem na China e herdar a sua fortuna na Europa, [...]


    13. This short-story called O Mandarim is about the perpetual dilemma if, lest it is possible, you would kill someone in order to gain all of her/his money.The central character here is Teodoro who receives a book with a ring-bell that is capable of giving him all the wealth of a close-to-death mandarin in China if he taps the bell. After a persuasive discussion with a mysterious man that appeared, out of nowhere, in his house Teodoro decides to tap the bell. That's when the real story begins and Te [...]


    14. Não é difícil gostar-se desta história: Um homem trata com o diabo a morte de um mandarim, herdando depois as suas riquezas ao toque de uma campainha, para ser perseguido pelo fantasma do remorso. Esta novela leva-o a viajar até ao extremo oriente da China e expor-se a uma cultura totalmente diferente. Eça presenteou os leitores do Diário de Portugal com este livro, no entanto, só o foi assim, porque ao escrever A Capital para esse efeito, cedo percebeu que estava perante material de um [...]


    15. ***O português típico:"As felicidades haviam de vir: e para as apressar eu fazia tudo o que devia como português e como constitucional: – pedia-as todas as noites a Nossa Senhora das Dores, e comprava décimos da lotaria".


    16. Me da pena puntuarlo tan bajo porque es un regalo de un amigo y hecho con buena intención (sabe que gusto de la critica social). Pero, al menos para mí, “el Mandarín” se ha quedado obsoleto, pese a ser un clásico (cosa que, precisamente, no suele pasar sino al contrario).Por un lado, nos habla de una época demasiado lejana de costumbres y rituales sociales (aunque permanezcan presentes en esencia de algún modo), por lo cual es difícil ponerse en la piel de las estupideces, me refiero [...]


    17. I read this story from English translation, "The Mandarin". It is a balanced blend of fantastical and realistic narration. The story uses supernatural elements to criticize hypocrisy, indifference and greed of middle-class. Although some passages are quite melancholic, on the whole, the narration has a quality of a long nightmare - which may represent guilty conscience of a 19th century European.


    18. Obra marcada por uma viagem ao reino da fantasia, registo incomum em Eça, assim como a moralidade latente, mais uma surpresa deste grande escritor, que se revela filósofo, na medida em que é um pensador da condição humana e de tudo aquilo que nos move.A nota moralista está presente logo no início, ainda antes de começar a narrativa:«A luta pelo dinheiro é santa - porque é, no fundo, a luta pela liberdade: mas até uma certa soma. Passada ela - é a tristonha e baixa gula do ouro».E, [...]


    19. Esta obra no creo que sea el mejor ejemplo para conocer a Eça de Queirós. El autor famoso por su obra naturalista, e inclusive realista, en esta entrega toma partido por el relato fantástico, por la pesadilla, no sin dejar de lado descripciones detalladas de la arquitectura y de los modos «diplomáticos» con que se mueven los funcionarios.El relato funciona de pe a pa. El planteamiento que en apariencia no ofrece sorpresas nos depara desde las primeras páginas que no será una novela costu [...]


    20. One of my all time favorite books.História fantástica de autoria de Eça de Queirós que vai prender a sua atenção do começo ao fim.Fonte: superdownloads/downUm romance leve, divertido, que vale a pena ser lido.Fonte: superdownloads/downNesta obra, Eça tem uma visão muito pessoal dos países orientais e da antiguidade. A sua imaginação volta a trabalhar para nos oferecer, com a sua fina ironia, uma obra rica de análise psicológica (pois retrata magistralmente o remorso) e com alguns m [...]




    21. "- E agora o mundo parece-me um imenso montão de ruínas onde a minha alma solitária, como um exilado que erra por entre colunas tombadas, geme, sem descontinuar As flores dos meus aposentos murcham e ninguém as renova: toda a luz me parece uma tocha: e quando as minhas amantes vêm, na brancura dos seus penteadores, encostar-se ao meu leito, eu choro -- como se avistasse a legião amortalhada das minhas alegrias defuntas Sinto-me morrer. Tenho o meu testamento feito. Nele lego os meus milhõ [...]




    22. Esta era una relectura con la esperanza de que me gustase más que la primera vez.Tristemente no fue así.Esta vez lo leí con más detenimiento, y me atrapo solo un poco más que la ultima vez. Quizás el libro no es tan malo pero para mí lo es.Lo bueno:- Es corto.- El mensaje.Lo malo:- El protagonista. Me volvió a parecer irritante. Y peor aún -al menos para mi- el personaje no cambia o al menos no mucho.-Las descripciones. Son largas para una cosa muy sencilla.Eça de Queiroz es una figura [...]


    23. E a vós, homens, lego-vos apenas, sem comentários, estas palavras: "Só sabe bem o pão que dia a dia ganham as nossas mãos: nunca mates o Mandarim!"A literatura de Eça de Queiroz sempre me atraiu, principalmente devido à sua fase realista. Ao ler O Mandarim fiquei surpreso pela dinâmica do livro, não esperava ler uma obra tão estranhamente cômica e ao mesmo tempo tão espontaneamente crítica.


    24. O Mandarim é uma das obras de ficção curta de um dos maiores escritores portugueses de sempre, Eça de Queirós, publicada originalmente em 1880, enquanto o autor vivia em Paris. Do Eça, já tinha lido os romances mais famosos (Os Maias – que hei-de reler, O Crime do Padre Amaro e O Primo Basílio) e o livro de Contos, e gostei bastante de todos eles, pelo que foi com boas expectativas que parti para este livro.A história é a de Teodoro, um empregado do Ministério do Reino. Levava uma v [...]


    25. Lo primero que me ha llamado la atención de esta pequeña joya es la escritura. Nada más comenzar a leer se me ha hecho evidente una musicalidad en la composición de las frases. Está la historia de Teodoro, a quién se le ofrece la posibilidad de hacerse inmensamente rico tocando una campanilla cuya consecuencia será la muerte de un mandarín en la lejana China. Otra vuelta de tuerca sobre el trueque con el maligno, por el que uno vende su alma y el diablo concede favores inmediatos (amoros [...]


    26. Interesting Iberian curiosity this, Eca de Queiroz being one of the more celebrated Portuguese writers of the 19th century. Three stories in this slight volume, the title story describing the adventures of one Teodoro, a humble scribe at the Ministry in Lisbon, who comes by an incredible Chinese fortune, by means even more incredible. What follows then are his peregrinations across two continents, all to placate the ghost of the Mandarin of the title. An entertaining romp, with a nice little mor [...]


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